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Raquel Lyra evita cravar vice na chapa de 2026

Raquel Lyra evita confirmar Priscila Krause como vice em 2026 e afirma que definição da chapa eleitoral será feita até julho ou agosto após articulações políticas.

Raquel e Priscila
Governadora Raquel Lyra não confirma Priscila Krause como vice. Foto: Hesídio Góes

A governadora de Pernambuco, Raquel Lyra (PSD), evitou responder de forma objetiva se a atual vice-governadora, Priscila Krause (PSD), deve continuar como sua companheira de chapa nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante entrevista à Rádio Jornal, na manhã desta sexta-feira (20).

Raquel Lyra afirma que definição da chapa ocorrerá até julho

Ao ser questionada sobre a manutenção de Priscila Krause na vice-governadoria em uma eventual candidatura à reeleição, Raquel Lyra afirmou que as discussões sobre a composição da chapa majoritária ainda estão em fase inicial e devem ser consolidadas apenas no meio do ano.

Segundo a governadora, o momento atual exige foco na gestão administrativa do Estado e na construção de alianças políticas que possam sustentar um projeto eleitoral competitivo.

“O que eu tenho para colocar agora é que nós estamos até julho, agosto, para a gente poder firmar a chapa. E isso, para apostar hoje, eu sou como pré-candidata, mas para apostar uma chapa que vai disputar as eleições. Mas isso tem tempo. Nós estamos no mês de fevereiro. Vou cuidar do governo, vamos fazendo articulações políticas, os partidos políticos vão conversando, e eu vou seguindo para que a gente possa fazer a maior entrega possível para o povo de Pernambuco, como a gente tem buscado fazer até agora”, afirmou.

Relação política entre Raquel Lyra e Priscila Krause

Durante a entrevista, Raquel Lyra destacou que conheceu Priscila Krause ainda no período em que ambas atuavam na Assembleia Legislativa de Pernambuco. A gestora ressaltou que compartilha com a atual vice-governadora valores que vão além da atuação política.

Apesar disso, evitou antecipar qualquer decisão sobre a permanência da aliada na chapa, indicando que o processo de definição envolve não apenas afinidades pessoais ou administrativas, mas também negociações partidárias e estratégias eleitorais.

A ausência de uma confirmação direta abre espaço para diferentes interpretações no cenário político estadual, especialmente em um momento em que partidos iniciam movimentações visando as eleições de 2026.

Articulações políticas e cenário eleitoral

Especialistas em ciência política apontam que a indefinição sobre a vice pode estar relacionada à necessidade de ampliar a base de apoio político do governo estadual. Em disputas majoritárias, a escolha do nome que compõe a chapa costuma considerar fatores como representatividade regional, alinhamento partidário e capacidade de agregar novos apoios.

Nesse contexto, a eventual substituição ou manutenção da vice-governadora pode ser influenciada por negociações com partidos aliados que buscam maior protagonismo no projeto eleitoral.

Por outro lado, aliados próximos à atual gestão destacam que a continuidade de Priscila Krause poderia representar estabilidade administrativa e sinalizar coesão interna no grupo político liderado pela governadora.

Perspectivas até o meio do ano

De acordo com a própria Raquel Lyra, a expectativa é de que a composição da chapa seja definida até os meses de julho ou agosto, período em que tradicionalmente se intensificam as articulações partidárias e a formalização de alianças.

Até lá, a governadora afirmou que pretende manter o foco nas entregas administrativas e no fortalecimento de políticas públicas em andamento, enquanto os partidos que compõem sua base dialogam sobre a estratégia eleitoral.

A indefinição, portanto, deve permanecer ao menos nos próximos meses, acompanhando o ritmo das negociações políticas que antecedem o calendário eleitoral.

Raquel Lyra confirmou sua condição de pré-candidata à reeleição, mas evitou assegurar a permanência de Priscila Krause como vice-governadora na chapa para 2026. Segundo a gestora, a definição ocorrerá até o meio do ano, após articulações políticas e partidárias. O tema segue em aberto e integra as estratégias do grupo governista para a próxima disputa eleitoral em Pernambuco.

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