André Teixeira deve ser anunciado como primeiro suplente de Túlio Gadêlha ao Senado, enquanto Dulci Amorim ficará com a segunda suplência.
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| André Teixeira é escolhido para suplência de Túlio Gadêlha. Foto: Divulgação |
André Teixeira, conhecido politicamente como Andrezinho, é um dos nomes mais próximos da governadora Raquel Lyra (PSD) e ocupa a vice-presidência estadual do partido. Ele também foi secretário de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco e, posteriormente, passou a atuar na coordenação política da campanha da governadora.
A possibilidade de Teixeira assumir a primeira suplência de Túlio Gadêlha já vinha sendo discutida nos bastidores. Em julho, o Diario de Pernambuco informou que o nome estava entre os cotados para a função. Na ocasião, Gadêlha confirmou que a composição era uma possibilidade.
A confirmação prevista no texto-base representa, portanto, a consolidação de uma articulação que já vinha sendo tratada publicamente há semanas.
Túlio Gadêlha terá André Teixeira como primeiro suplente
Túlio Gadêlha é deputado federal por Pernambuco e está em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados. Ele deixou a Rede Sustentabilidade e passou a integrar o PSD em 2026.
Na composição para o Senado, a presença de André Teixeira aproxima ainda mais a candidatura do núcleo político de Raquel Lyra. Teixeira é considerado um dos principais articuladores da governadora e passou a coordenar sua campanha após deixar a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura.
O movimento também ocorre em meio à formação da chapa majoritária para as eleições de 2026. O Avante, por exemplo, já havia reafirmado apoio à pré-candidatura de Túlio ao Senado em julho.
Dulci Amorim ficará com a segunda suplência
A segunda suplência da chapa deverá ser ocupada pela ex-deputada Dulci Amorim (PSD), que possui atuação política no Sertão pernambucano.
A escolha amplia a representação territorial da composição. Enquanto André Teixeira possui forte inserção no grupo político ligado à governadora, Dulci Amorim mantém base política no interior do Estado.
A oficialização dos nomes, conforme as informações fornecidas para esta reportagem, estava prevista para ocorrer na sede estadual do PSD.
André Teixeira já era cotado para outras chapas
Antes da definição envolvendo Túlio Gadêlha, André Teixeira também foi citado como possível integrante de outras composições para o Senado.
O nome chegou a ser associado ao ex-prefeito de Petrolina Miguel Coelho (União Brasil), quando ele ainda era considerado pré-candidato ao Senado. Teixeira também teria sido cotado para a primeira suplência do deputado federal Eduardo da Fonte (PP).
As diferentes possibilidades refletiam a importância de Teixeira nas articulações políticas do grupo governista. Em julho, o Diario de Pernambuco registrou que ele aparecia tanto na composição com Túlio quanto em uma eventual chapa relacionada a Miguel Coelho.
Quem é André Teixeira
André Teixeira Filho tem trajetória na administração pública e na política de Pernambuco. Ele já ocupou funções na gestão estadual e comandou a Agência de Desenvolvimento de Pernambuco (Adepe).
Em 2023, Raquel Lyra o anunciou para a presidência da Adepe. Antes disso, ele havia exercido o cargo de secretário-executivo de Articulação Institucional da Secretaria de Desenvolvimento Econômico.
Mais recentemente, Teixeira comandou a Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura de Pernambuco. Em abril de 2026, deixou a pasta para atuar na articulação da campanha de Raquel Lyra.
O que muda na chapa de Raquel Lyra
A escolha de André Teixeira reforça a conexão entre a candidatura de Túlio Gadêlha e o grupo político da governadora Raquel Lyra.
Túlio já aparece como um dos nomes da composição majoritária ligada ao PSD. A entrada de um dirigente estadual do partido na suplência dá à chapa uma representação direta do núcleo político da governadora.
A composição, no entanto, ainda deve ser observada dentro do processo mais amplo de definição das alianças para as eleições de 2026.
A disputa pelo Senado em Pernambuco terá duas vagas em 2026. As articulações partidárias envolvem diferentes grupos políticos e ainda passam por definições de alianças e chapas.
Túlio Gadêlha está atualmente filiado ao PSD e exerce o segundo mandato como deputado federal por Pernambuco. A Câmara dos Deputados registra sua filiação ao PSD em 2026 e sua atuação parlamentar no ano eleitoral.
André Teixeira, por sua vez, ocupa posição estratégica dentro do PSD pernambucano. A imprensa local já havia registrado sua proximidade com Raquel Lyra e sua atuação na coordenação da campanha da governadora.
Nota de transparência: a informação fornecida para esta matéria indicava que o anúncio ocorreria às 15h do dia 11 de agosto. As buscas realizadas não localizaram, até o momento, uma publicação oficial posterior do PSD confirmando a cerimônia ou os nomes. Por isso, o texto trata a composição como anúncio previsto, sem apresentar como fato confirmado aquilo que não foi oficialmente localizado.
A escolha de André Teixeira para a primeira suplência de Túlio Gadêlha reforça a presença do núcleo político de Raquel Lyra na chapa do PSD para o Senado em Pernambuco. Dulci Amorim deverá ocupar a segunda suplência.
A definição integra as articulações para as eleições de 2026 e pode ampliar a estrutura política da candidatura de Túlio. A confirmação formal dos nomes, contudo, deve ser acompanhada pelos canais oficiais do PSD e da Justiça Eleitoral.

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