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Datafolha aponta Marília com 18%, Humberto 16%, Mendonça 12% e Eduardo da Fonte com 10%

Datafolha mostra Marília Arraes com 18% na disputa pelo Senado em PE. Humberto tem 16%, Mendonça 12% e Eduardo da Fonte, 10%.

Senadores
Paulo Rubem Santiago (Rede), Eduardo da Fonte (PP), Humberto Costa (PT), Marília Arraes (PDT), Mendonça Filho (PL) e Túlio Gadêlha (PSD), candidatos ao Senado por Pernambuco, no debate do g1. Foto: Andrea Rego Barros/Globo

A nova pesquisa Datafolha Senado Pernambuco, divulgada nesta sexta-feira (11), mostra Marília Arraes (PDT) numericamente na liderança da disputa pelas duas vagas de Pernambuco no Senado, com 18% das intenções de voto. Humberto Costa (PT) aparece com 16%, Mendonça Filho (PL), com 12%, e Eduardo da Fonte (PP), com 10%. Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os quatro candidatos estão tecnicamente empatados. O levantamento foi realizado entre 8 e 10 de setembro com 1.204 eleitores em Pernambuco e tem nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela TV Globo e pela Folha de S.Paulo e está registrada na Justiça Eleitoral sob os números PE-04411/2026 e BR-05923/2026.

O que mostra o Datafolha para o Senado em Pernambuco

Na pesquisa estimulada, quando os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, Marília Arraes passou de 15% para 18% em relação ao levantamento anterior, divulgado em agosto.

Humberto Costa avançou de 14% para 16%. Mendonça Filho manteve 12%, enquanto Eduardo da Fonte oscilou de 11% para 10%.

A margem de erro de três pontos percentuais faz com que os quatro primeiros colocados estejam dentro de uma mesma faixa de empate técnico. Portanto, os números não permitem afirmar que Marília esteja isoladamente na liderança da disputa.

O cenário é o seguinte:

CandidatoPartidoSetembroAgosto
Marília ArraesPDT18%15%
Humberto CostaPT16%14%
Mendonça FilhoPL12%12%
Eduardo da FontePP10%11%
Túlio GadêlhaPSD5%5%
Pastor Gilvan Costa*Democrata2%2%
Carlos Sant'AnnaNovo2%2%
Paulo Rubem SantiagoRede1%1%
Mariano MacedoPSTU1%1%
Samuel TimoteoUP1%1%
Mailson NetoPCO0%0%
Gorett BituUP0%0%
Branco/nulo/nenhum22%23%
Indecisos10%14%

* A candidatura de Pastor Gilvan Costa foi indeferida pelo TRE-PE e, segundo informações disponíveis sobre o processo, há possibilidade de recurso ao TSE.

Pesquisa estimulada para o Senado em Pernambuco

Intenção de voto — votos totais

Marília Arraes (PDT) 18%
Humberto Costa (PT) 16%
Mendonça Filho (PL) 12%
Eduardo da Fonte (PP) 10%
Túlio Gadêlha (PSD) 5%
Pastor Gilvan Costa (Democrata) 2%
Carlos Sant'Anna (Novo) 2%
Paulo Rubem Santiago (Rede) 1%
Mariano Macedo (PSTU) 1%
Samuel Timoteo (UP) 1%
Mailson Neto (PCO) 0%
Gorett Bitu (UP) 0%
Branco/nulo/nenhum 22%
Indecisos 10%

Fonte: Datafolha

Data: 8 a 10 de setembro de 2026 Amostra: 1.204 entrevistados Margem de erro: 3 pontos percentuais para mais ou para menos Confiança: 95% Registro: PE-04411/2026

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Datafolha mostra queda dos indecisos

Um dos movimentos relevantes do Datafolha Senado Pernambuco está na redução do número de eleitores que ainda não definiram o voto.

Na pesquisa estimulada, os indecisos passaram de 14% em agosto para 10% em setembro. O percentual de entrevistados que declarou voto branco, nulo ou em nenhum candidato também caiu, de 23% para 22%.

Mesmo com a redução, os dados mostram que uma parcela significativa do eleitorado ainda não está definida para a disputa pelas duas cadeiras disponíveis em Pernambuco.

O cenário pode sofrer alterações ao longo da campanha, especialmente porque a eleição para o Senado possui uma dinâmica diferente da disputa para cargos majoritários com apenas uma vaga.

Como funciona a votação para o Senado em 2026

Pernambuco terá duas vagas em disputa para o Senado Federal nas eleições de 2026. Por isso, cada eleitor poderá escolher dois candidatos.

O Datafolha apresenta, além do percentual consolidado dos dois votos, os resultados separados para a primeira e a segunda vaga. Essa metodologia é importante para compreender a posição de cada candidatura em cada escolha feita pelo eleitor.

A soma dos percentuais, portanto, não deve ser interpretada como uma pesquisa tradicional de voto único.

Marília Arraes lidera na primeira vaga

Quando os entrevistados são questionados especificamente sobre o primeiro voto para o Senado, Marília Arraes aparece com 21%, ante 17% no levantamento anterior.

Humberto Costa registra 18%, contra 16% em agosto. Mendonça Filho tem 17%, contra 14%, enquanto Eduardo da Fonte aparece com 8%, ante 10% anteriormente.

Os demais candidatos têm percentuais iguais ou inferiores a 4%.

Na primeira vaga, os resultados são:

  • Marília Arraes: 21%;
  • Humberto Costa: 18%;
  • Mendonça Filho: 17%;
  • Eduardo da Fonte: 8%;
  • Túlio Gadêlha: 4%;
  • Pastor Gilvan Costa: 2%;
  • Carlos Sant'Anna: 1%;
  • Paulo Rubem Santiago: 1%;
  • Samuel Timoteo: 1%;
  • Mariano Macedo: 0%;
  • Mailson Neto: 0%;
  • Gorett Bitu: 0%;
  • Branco/nulo/nenhum: 19%;
  • Indecisos: 8%.

O resultado mostra uma concentração maior entre os quatro primeiros colocados quando o eleitor é questionado sobre a primeira escolha.

Segunda vaga tem disputa mais aberta

Na segunda escolha para o Senado, Marília Arraes também aparece numericamente na frente, com 15%.

Humberto Costa e Eduardo da Fonte registram 13% e 12%, respectivamente. Mendonça Filho aparece com 7%, seguido por Túlio Gadêlha, com 6%.

O percentual de eleitores que declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato chega a 25%, enquanto 12% permanecem indecisos.

Os números da segunda vaga são:

  • Marília Arraes: 15%;
  • Humberto Costa: 13%;
  • Eduardo da Fonte: 12%;
  • Mendonça Filho: 7%;
  • Túlio Gadêlha: 6%;
  • Carlos Sant'Anna: 2%;
  • Pastor Gilvan Costa: 2%;
  • Mariano Macedo: 2%;
  • Paulo Rubem Santiago: 2%;
  • Samuel Timoteo: 1%;
  • Mailson Neto: 1%;
  • Gorett Bitu: 0%;
  • Branco/nulo/nenhum: 25%;
  • Indecisos: 12%.

O levantamento anterior do Datafolha, realizado em agosto, já mostrava uma disputa apertada entre Marília, Humberto, Mendonça e Eduardo. Na ocasião, os quatro tinham entre 11% e 15% na soma das duas escolhas.

Pesquisa espontânea tem 58% de indecisos

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados, o grau de indefinição é ainda maior.

58% dos entrevistados não souberam indicar em quem pretendem votar para o Senado. O dado mostra que, apesar de a disputa estimulada apresentar quatro candidatos próximos, uma parcela expressiva do eleitorado ainda não transformou a preferência em um nome espontaneamente lembrado.

A diferença entre os cenários estimulado e espontâneo é relevante para a leitura da pesquisa. A apresentação dos nomes ajuda o eleitor a reconhecer candidaturas que ainda não estão consolidadas na memória do eleitorado.

Datafolha registra crescimento de Marília e Humberto

Na comparação com agosto, Marília Arraes foi a candidata que mais cresceu entre os quatro primeiros colocados na pesquisa de votos totais, passando de 15% para 18%.

Humberto Costa também avançou, de 14% para 16%. Mendonça Filho permaneceu com 12%, enquanto Eduardo da Fonte oscilou negativamente de 11% para 10%.

A pesquisa anterior havia sido realizada entre 18 e 20 de agosto e também apontava empate técnico entre os quatro nomes, considerando a margem de erro de três pontos percentuais.

Pouco antes da nova rodada do Datafolha, outra pesquisa, da Quaest, divulgada em 8 de setembro, também mostrava Marília numericamente à frente, com 17%, seguida por Humberto, com 14%, e Mendonça, com 11%.

Situação de Pastor Gilvan Costa

O levantamento inclui Pastor Gilvan Costa entre os nomes testados, com 2% das intenções de voto. Entretanto, a situação jurídica de sua candidatura mudou nesta semana.

O Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco indeferiu o registro de candidatura de Gilvan Costa ao Senado. A decisão ocorreu em meio a julgamentos relacionados a candidaturas do partido Democrata, e a defesa informou que pretende recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.

A situação registrada nas bases eleitorais é descrita como “indeferido em prazo recursal ou com recurso”, o que significa que o caso ainda pode sofrer alteração mediante recurso e decisão das instâncias superiores.

Por isso, os percentuais atribuídos ao candidato devem ser lidos considerando o contexto jurídico existente no momento da divulgação da pesquisa.

O que a pesquisa indica para a eleição

Os números apontam uma corrida ainda aberta pelas duas cadeiras de Pernambuco no Senado.

Marília Arraes aparece numericamente na primeira colocação, mas a margem de erro impede que se afirme uma liderança isolada. Humberto Costa, Mendonça Filho e Eduardo da Fonte permanecem próximos, formando um grupo de quatro candidatos tecnicamente empatados.

Outro elemento importante é o número de eleitores que ainda não definiram a escolha. Embora os indecisos tenham diminuído no cenário estimulado, 58% continuam sem indicar espontaneamente um candidato.

Isso significa que a campanha ainda terá espaço para mudanças no cenário eleitoral até a votação.

A pesquisa foi realizada pelo Datafolha entre 8 e 10 de setembro de 2026.

Foram entrevistadas 1.204 pessoas em Pernambuco. A margem de erro máxima é de três pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.

O levantamento foi contratado pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado sob os números PE-04411/2026 e BR-05923/2026.

Os resultados representam a intenção de voto no momento da realização das entrevistas e não constituem previsão do resultado eleitoral.

A nova pesquisa Datafolha Senado Pernambuco mantém a disputa pelas duas vagas entre os principais candidatos. Marília Arraes lidera numericamente com 18%, seguida por Humberto Costa, com 16%, Mendonça Filho, com 12%, e Eduardo da Fonte, com 10%.

Como a margem de erro é de três pontos percentuais, os quatro estão tecnicamente empatados. Ao mesmo tempo, a redução dos indecisos no cenário estimulado e a elevada indefinição na pesquisa espontânea mostram que a disputa ainda pode mudar.

Com a campanha em andamento, os próximos levantamentos serão importantes para indicar se as diferenças entre os candidatos se ampliarão ou se o cenário de equilíbrio permanecerá até a votação.

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