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Jarbas Vasconcelos pede saída de Cunha e vê impeachment de Dilma "inevitável"

Jovem Pan
"Governo de coalizão com ela (Dilma) não existe", disse o deputado peemedebista
Em entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã da Jovem Pan nesta terça-feira (18), o deputado federal Jarbas Vasconcelos, um dos grandes nomes do PMDB, sugeriu a renúncia da presidente Dilma Rousseff, mas disse que, se isso não ocorrer, o impeachment é "inevitável".

Jarbas entende, porém, que o impedimento da presidente da República "é um processo traumático" e avalia ainda que o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, do mesmo PMDB, "não reúne condições morais e éticas de comandar a Câmara, muito menos de comandar o impeachment". Cunha seria o responsável por acatar um processo que pede a saída de Dilma, que depois passaria por votação no Congresso.

"É fundamental a saída de Cunha", disse Jarbas. Nem a alta atividade legislativa neste ano melhora a imagem de Cunha para seu correligionário pernambucano. "A Câmara voltou a trabalhar, mas a trabalhar de forma atabalhoada", classificou Jarbas, dizendo que os deputados votaram projetos importantes, como a redução da maioridade penal, "numa tarde, numa noite ou numa madrugada". "Isso não existe", diz. "Há um clima hoje de que é impossível ele comandar", conta Jarbas.

Jarbas também critica o colega de partido Renan Calheiros, presidente do Senado, que passou a manifestar apoio a Dilma na semana passada, com a apresentação de um projeto de medidas econômicas para o governo. "(Renan) é (como) o vento, uma semana é isso, outra semana muda", disse.

Sobre Dilma, Jarbas também não mantém mais esperanças. "Governo de coalizão com ela não existe", opinou. Para o deputado peemedebista a presidente da República está "desmoralizada pela opinião pública" e "continua mentindo, quando diz que a crise é passageira".

"O País não parou ainda, mas vai parar. O País não pode mais continuar entregue a Lula, Dilma e o PT", entende Jarbas. "O impeachment será inevitável se não ocorrer a renúncia dela", opina. Por isso, ele enfatiza que torce e ainda acredita na renúncia da presidente. "A ficha (de Dilma) pode cair em alguma noite".

Sobre as alternativas, Jarbas avalia que é possível que o Tribunal de Contas da União (TCU) rejeite as contas do governo de 2014 e o caso termine no Congresso. O "traumático" de o processo de impeachment passar pelo Congresso é que lá poderia haver "barganha" e "compra de votos", projeta o deputado.

"Hoje pode acontecer tudo", afirmou. "Na época do impeachment de Collor eu estava fora do Congresso e o PT não estava maculado como hoje", aproveitou para relembrar.

Vasconcelos também é receoso pela opção de impugnação do mandato de Dilma por meio do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que julga supostas irregularidades da chapa de Dilma e Temer nas eleições do ano passado. Jarbas avalia que a votação, que hoje está suspensa por pedido de vistas do ministro Luiz Fux, ficará em 3 a 3 no tribunal. Jarbas lembra que Dias Toffoli, presidente do TSE, "foi advogado do PT" e não votaria a favor da anulação das eleições. "Essa hipótese eu descarto".

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